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Aquecimento Global?
Já existiam indicadores de que a tendência para o aquecimento global tinha parado desde 1998. O ano confirmou que a tendência actual é para o arrefecimento global e não o aquecimento
O ano passado foi um dos anos mais frios do último século. A China teve o Inverno mais frio dos últimos 100 anos. Bagdá testemunha a primeira neve da sua história. A América do Norte teve a maior cobertura de neve dos últimos 50 anos, com locais como o Wisconsin registando o valor mais elevado jamais registado.
Níveis recorde na cobertura de gelo da Antárctica, recorde de baixa temperatura no Minnesota, Texas, Florida, Mexico, Australia, Irão, Grécia, Africa do Sul, Groenlândia, Argentina, Chile - e a lista continua indefinidamente.
Todas as fontes oficiais para os valores da temperatura global (Hadley, GISS(NASA), UAH, RSS) distribuiram dados actualizados. Todos mostram que, no ano passado, as temperaturas globais cairam vertiginosamente.
Infelizmente, se nos encontrarmos perante uma tendência global para o arrefecimento do clima, o CO2 em nada contribuiria para o travar, porque nunca teve qualquer influência na temperatura global. Senão seria fácil parar essa tendência, bastaria para isso aumentar a produção de CO2.
Como ficamos, então? Taxas sobre o CO2? Baseadas em quê? O que as justifica?
O que é a SIDA?
Talvez não saiba que não existe uma única prova da existência do virus HIV. Nunca ninguém o viu, apenas existe uma representação daquilo que os pesquisadores acham que o HIV será.
Este filme dá a voz aos muitos cientistas que estão cépticos acerca da versão oficial sobre o mito da SIDA.
Cápsula Vermelha ou Azul?
Chegou a hora de escolher entre a cápsula vermelha
ou a azul.
Se escolheu a cápsula azul: fique sossegado,
continue a viver a sua vida, e não ligue ao que vir neste
website.
Se
quer mesmo tomar a cápsula vermelha, leia o que este website
tem para
lhe oferecer. Investigue. Interrogue. Duvide. E tenha a certeza de que
quantos mais fizerem o mesmo, mais possibilidades temos de vir a poder
fazer alguma coisa.
A escolha é sua!
Ainda está connosco? Óptimo! Comecemos,
então.
Olhemos para os nossos mitos. Mitos? Sim, mitos.
Não será difícil de
admitir que todas as épocas têm os seus mitos.
Basta olharmos para o
passado, e ver aquilo que constituía a "verdade conhecida"
de então: a
Terra era plana. O Sol girava à volta da Terra. Por cima das
nossas
cabeças havia um véu que só nos
deixava antever parte do que se passava
"do outro lado", no reino dos céus, onde seres poderosos e
sobrenaturais se degladiavam.
Então, pesquisamos o porquê dos mitos. E
acabamos sempre por
encontrar uma intenção propositada de o defender
e uma classe dirigente
que se alimenta à custa dele. E a
manutenção dos embustes à custa de
manobras de propaganda cuidadosamente planeadas e encenadas.
Os sacerdotes egípcios eram mestres da arte do
ilusionismo.
Praticavam milagres para todo o povo ver. E mantinham a
ilusão mágica
para manterem a sua situação priveligiada.
Não há muito tempo atrás,
discutia-se se a mulher possuía uma alma.
Os mitos, então, eram diferentes. Talvez o mito mais
importante do
século XIX tenha sido o mito da
"civilização". Era um "dever divino"
levar a "civilização" aos povos que, coitados,
não a tinham. Tal como
tinha sido, 300 anos antes, um "dever divino" levar a "palavra de Deus"
aos infiéis. Ambos os mitos encobriam o mesmo
propósito: o
estabelecimento de um império.
Os nossos mitos
Hoje temos outros mitos. Apenas para citar alguns: o mercado
livre,
a democracia, a liberdade, a igualdade, todos estes mitos sustentando a
entidade religiosa chamada Propriedade. Rodeada pelos seus querubins, o
Dinheiro e o Mercado.
Rimo-nos do sistema feudal, e não reconhecemos como
"natural" o
direito de posse que os nobres tinham sobre as suas
populações. E muito
menos "natural", ou justificável, o facto de ser o direito
de
nascimento o mecanismo transmissor desse poder.
No entanto, reconhecemos o direito de nascimento como natural
em
caso de herança. E o que é herdado? Exactamente o
mesmo poder que os
senhores feudais tinham sobre as suas populações.
A única diferença é
que o mecanismo do poder é diferente.
Confundimos o direito de dispormos dos nossos bens pessoais e
de os
oferecermos a quem bem entendermos, com o direito de governar a vida de
milhares de pessoas, sem estar sujeito a qualquer
órgão fiscalizador, e
passarmos esse direito para os nossos filhos. Fazem-nos acreditar que
os dois são uma e a mesma coisa, e que atacar uma
é atacar as duas
indiscriminadamente.
Quando nos rimos dos mitos dos antigos, tendemos a esquecer
que os
antigos não eram parvos. Muito menos estúpidos.
De facto, biologica e
intelectualmente, somos rigorosamente iguais aos nossos antepassados
bíblicos. No entanto, devido à
diferença de conhecimento tecnológico,
os mitos deles eram diferentes dos nossos. Só isso.
Mas uma coisa não mudou: existiu sempre uma elite
minoritária, que
usou dos mitos para perpetuar o seu domínio sobre uma
maioria.
Por definição, um mito tem exactamente e
apenas o valor que
convencionamos atribuir-lhe. O dinheiro tem valor porque convencionamos
que o tem. É esse consenso que faz com que um pequeno
pedaço de papel,
a que chamamos nota, tenha um valor muito superior ao valor de qualquer
outro pedaço de papel impresso.
Convencionamos que a propriedade é sagrada.
Não reconhecemos
diferença alguma entre possuirmos um apartamento ou
possuirmos um país
inteiro, e consideramos natural que assim seja. Consideramos natural
que exista um mercado onde estamos completamente à
mercê de quem tem
tudo.
E não admitimos o facto evidente que quem tem tudo
controla e faz as
regras do mercado, com um único objectivo, o de aumentar a
sua riqueza
à custa dos que nada têm
Também temos os nossos tabus. A propriedade
privada é um deles. E
simplesmente não vemos a propriedade privada a ser saqueada
todos os
dias por quem tem tudo, enquanto ao mesmo tempo o direito à
propriedade
de quem tem tudo é religiosamente defendido.